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This entry was posted on 30 Jun 2018 in Concertos, Programa and tagged .

Vítor Rua interpreta Telectu

4 de Julho – 23h00 – 00h00 – GIG ‘Vítor Rua interprets Telectu’

Concerto

Understage TM Rivoli

5 euros M/6

Duração: 50’

Curado por Teatro Rivoli

 

 

Sinopse:

O duo Telectu foi formado em 1981 por Vítor Rua e Jorge Lima Barreto. Neste concerto multimédia, Vítor Rua irá recriar composições deste iconográfico duo, em guitarra. Do primeiro disco Belzebu, passando por Evil Metal ou À lagardere, Rua fará uma revisitação musical de Telectu. Uma Sonosfera Telectu! ‘Três décadas e meia depois do seu lançamento original, Belzebu inaugura o catálogo da Holuzam, etiqueta ligada à loja de discos lisboeta Flur — ela mesmo um epicentro incontornável de toda a atenção que se vai devotando à electrónica mais experimental – que deverá trazer de volta ao presente outros essenciais e há muito descatalogados títulos da impressionante discografia erguida ao longo dos anos pelos Telectu. Esta reedição motiva também o regresso aos palcos: amanhã, no Teatro Maria Matos, em Lisboa, Vítor Rua apresentará juntamente com António Duarte o reportório de Belzebu como este nunca foi ouvido. Para colmatar o desaparecimento de Jorge Lima Barreto, Rua recrutou um velho aliado do grupo que, ainda por cima, calhou ser também uma espécie de guardião do espólio tecnológico que ao longo dos anos foi marcando as diferentes fases dos Telectu’ (Rui Miguel Abreu).

 

Vítor Rua (n. 1961) iniciou-se no fim da década de 1970 com algumas invenções melódicas que marcaram profundamente o “art rock” português. Em 1980, funda o grupo rock GNR. No ano de 1981 funda, com Jorge Lima Barreto, Telectu, grupo de música improvisada e electroacústica live. Neste seu trabalho com Telectu encontrou-se com grandes figuras internacionais da improvisação (Daniel Kientzy, Elliott Sharp, Chris Cutler, Jac Berrocal, Carlos Zíngaro, Jean Sarbib, Louis Sclavis, Ikue Mori, Sunny Murray, Paul Rutherford, Paul Rutherford, Evan Parker, Barry Altschul, Giancarlo Schiaffini, Gerry Hemingway, Tom Chant, Herb Robertson, Han Bennink) afirmando-se como experimentalista e poliartista. Em 1987 num voluntarioso acto de autodidaxia considerou decisivamente o estudo da notação da música contemporânea e neste contexto evoluiu de forma meteórica. A sua obra reflecte um trabalho de recorte pós-moderno, preliminar, variegado, da recusa empirista da confinação cultural, laivo nas fronteiras estilísticas e ideoletais.

Intérpretes como Daniel Kientzy, John Tilbury, Frank Abbinanti, Peter Bowman, Kathryn Bennetts, Peter Rundle, Giancarlo Schiaffini, Bernnini Quartet, Remix Ensemble, OrchestrUtópica, gravaram e interpretaram obras deste compositor em concertos e festivais nacionais e internacionais.

 

Ligações:

https://www.facebook.com/Telectu-162018370532953/

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